sexta-feira, 27 de maio de 2011
Presidente Dilma anuncia a doação de 30 mil bicicletas e capacetes para alunos de 81 municípios
Crianças maiores de seis anos, de todas as regiões do país, poderão ganhar nos próximos meses uma bicicleta para ir à escola.
O foco do projeto do governo federal são estudantes que moram de 3 km a 15 km de onde estudam ou em locais de acesso precário, onde veículos motorizados -como o ônibus escolar- não conseguem chegar.
Nesses casos, os alunos irão de bicicleta até o ponto de ônibus mais próximo. Para participar do programa, é preciso que a criança tenha autorização dos pais.
A presidente Dilma Rousseff anunciou ontem a doação de 30 mil bicicletas escolares e capacetes para 81 municípios em projeto-piloto.
Até o fim do ano, a ideia é chegar a 100 mil bicicletas. A iniciativa integra o projeto Caminho da Escola, criado para auxiliar os municípios na renovação da frota de veículos escolares.
"É um meio para facilitar o acesso à escola ou ao ponto de ônibus. Não vai substituir totalmente os veículos automotores ou barcos", disse José Maria Rodrigues de Souza, coordenador de apoio à manutenção escolar, do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).
Estados e municípios também poderão comprar as bicicletas com recursos próprios. Até agora, 26 cidades e o Distrito Federal demonstraram interesse em adquirir mais de 7.000 unidades.
A definição de quais estudantes receberão a "bike", os trajetos seguros e a modalidade da doação -se o aluno fica com a bicicleta ou devolve ao fim do ano letivo- será feita por gestores locais.
A recomendação, no caso daquelas cedidas pelo governo, é que sejam doadas aos alunos após dois anos de uso. Se o estudante deixar a escola, devolve a bicicleta.
Em Ubatuba (litoral paulista), a ideia foi bem recebida pelos alunos da Escola Presidente Tancredo Neves, onde 60% já vão pedalando para a aula.
Cinco crianças da escola participaram, em 2010, de uma pesquisa do Ministério da Educação para definir o modelo adotado no projeto.
Leonardo Araújo Silva, 15, sugeriu que tivesse marchas e refletores e que o selim fosse mais confortável.
Os modelos escolhidos custam de R$ 240 a R$ 268.
Segundo o secretário-adjunto de Educação do DF, Erasto Fortes, o projeto será adotado experimentalmente em duas escolas da cidade-satélite Recanto das Emas no segundo semestre.
Serão distribuídas bicicletas para todos os alunos com mais de 14 anos e que moram a até 7 km da escola.
"É um meio de transporte cheio de vantagens: mexe com a saúde, com o esporte e colabora com o ambiente."
Coordenadora da ONG Criança Segura, Alessandra Françoia vê o projeto com cautela. "A bicicleta pode ser muito insegura se for simplesmente entregue à criança." Ela diz que é necessário trabalhar com os alunos e a comunidade para criar um "ambiente seguro".
Danilo Blank, do departamento de segurança da Sociedade Brasileira de Pediatria, concorda. "Crianças e adultos devem ser treinados para obedecer a sinalização."
terça-feira, 19 de abril de 2011
Motoristas trocam carros por bicicletas para fugir do trânsito
São vendidos cinco milhões e meio de bicicletas no país, por ano. Metade dos compradores as usam para trabalhar, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes.
Uma pesquisa do Metrô de São Paulo revelou que sete de cada dez viagens de bicicleta são de pessoas indo para o trabalho. Na capital paulista, são 214 mil pessoas indo ou voltando do trabalho, sobre duas rodas.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Tentativa de homicídio contra ciclistas em Porto Alegre
Toda última sexta-feira do mês, diversos ciclistas se reúnem e seguem um roteiro por algumas ruas de Porto Alegre. Eles formam um grupo, mas na verdade juntam mais de 100 pessoas. Eles se juntam porque têm uma motivação em comum: usam bicicleta como meio de transporte e querem que esse seu direito seja respeitado.
A maior prova de que esse direito não é respeitado aconteceu nesta última sexta-feira (25) com a Massa Crítica, como é chamada a manifestação. Um carro com dois homens dentro, segundo alguns ciclistas, não gostou de ter o trânsito atrapalhado por aquilo que eles provavelmente não consideram um meio de transporte. Não temos como ter certeza sobre o que eles pensam ou deixam de pensar porque não houve chance de perguntar: os homens fugiram logo depois do ocorrido que vou contar agora, mas que já estampa jornais e páginas da internet.
Por causa da chuva, a massa crítica de fevereiro não tinha tanta gente como de costume. Mais ou menos 100 pessoas se juntaram no Largo Zumbi dos Palmares ontem no fim da tarde. Normalmente, chega a juntar cerca de 130 pessoas, incluindo muitas crianças. A massa estava saindo para a rua José do Patrocínio, na Cidade Baixa, bem no começo do trajeto. “Como era muita gente, acabamos tomando a rua inteira”, contou Marcelo Guidoux Kalil, 31 anos, que participava da Massa Crítica pela primeira vez. Ele conta que alguns ciclistas ficaram para trás para conversar com os motoristas e explicar o que ocorria, pedindo um pouco de calma, porque o trânsito seria liberado logo.
Mas um dos motoristas não gostou da história e começou a encostar o para-choque do carro na traseira das bicicletas, segundo Marcelo. “Ele achava que a gente não podia estar ali, deve ser daqueles que acham que bicicleta não é meio de transporte”, disse.
Os ciclistas pararam para ver o que acontecia. Irritado, o dono do Golf preto acelerou e “varreu a rua”, Marcelo reforça, porém, que muito mais gente se machucou, mas acabou não indo pro hospital porque os ferimentos eram leves. “Minha namorada levou quatro pontos no pé, mas não está nas estatísticas.” como disse uma das participantes. Às 19h12min, jogou o carro para cima da marcha. Alguns ciclistas foram diretamente atingidos, outros se machucaram pela reação em cadeia: uma bicicleta foi derrubando outra. No fim, 11 pessoas foram parar no Hospital de Pronto Socorro, de acordo com a reportagem da RBS TV.
A RBS, aliás, chama a tentativa de homicídio de “acidente”. Não há argumento que me convença do uso do termo. Não existe lógica que leve a ele. Não há qualquer questionamento possível de que possa ter acontecido de forma ocasional.
É muito importante frisar que o atropelamento foi intencional. O motorista decidiu deliberadamente acelerar e passar por cima dos ciclistas.
“Muita gente acha que a bicicleta está atrapalhando”, disse um dos participantes freqüentes da Massa Crítica. A ideia de um grupo grande sair às ruas junto todo mês é justamente para mostrar que a bicicleta é um meio de transporte e deve ser respeitado.
Apesar de estar na Massa Crítica pela primeira vez, Marcelo utiliza a bicicleta como meio de transporte há muitos anos: “vendi meu carro em 2001 pelo estresse dos motoristas, por essas questões relacionadas ao trânsito. Muito motorista é extremamente agressivo, impaciente, e o ciclista sente isso ainda mais”. Conta que é comum o pessoal xingar, buzinar, jogar o carro pra cima. Diz que a maioria nem tem conhecimento das legislações de trânsito, “não sabe que tem que deixar 1,5 metro de distância da bicicleta, por exemplo”. Não sabem também que ameaçar com o carro, como fez o motorista do Golf ao tentar encostar na traseira dos ciclistas, é infração gravíssima. O que dizer então de quem joga o carro para atropelar de propósito?
A atitude do motorista na Cidade Baixa exacerba a legislação de trânsito. O que ele cometeu foi um crime comum, de tentativa de homicídio, não uma infração.
Os participantes ressaltam, no entanto, que a Massa Crítica é uma manifestação pacífica, que o ocorrido ontem não é normal e que não se pode desencorajar. Um dos pontos mais destacados pelos veículos da RBS, a falta de aviso à EPTC, aconteceu porque a Massa Crítica não é um evento organizado por um movimento, uma entidade ou qualquer coisa do gênero. “É uma manifestação meio anárquica, o pessoal se reúne ali e sai, ninguém coordena”, disse um dos ciclistas. Apesar disso, é sempre tranqüilo e costuma ser respeitado, até porque é rápido e, convenhamos, não atrapalha ninguém numa sexta-feira às 19h. Isso sem falar que a reivindicação é completamente legítima.
É importante que o absurdo de ontem traga um questionamento, que repercuta, que incentive uma consciência crítica sobre os valores da nossa sociedade do consumo, em que o dono do carro se acha o dono da rua porque tem dinheiro, porque sim. Se as autoridades competentes vão fazer alguma coisa concreta não se sabe.
Manifestação nesta terça, dia 01/03
O pessoal do movimento Massa Crítica se encontrara na próxima terça-feira, dia 01/03, às 18h30 no Largo Zumbi dos Palmares para começarmos uma marcha às 19h para exigir um trânsito mais humano e uma cidade para as pessoas, para exigir punições rígidas ao monstrorista e a todxs outrxs motoristas que utilizam o carro de forma irresponsável (como uma arma), para exigir que os órgãos públicos parem de privilegiar a circulação de automóveis particulares às custas da qualidade de vida e DA VIDA das pessoas.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Vá de bicicleta
Na cidade de São Paulo, existe um automóvel para cada três pessoas. Além disso, o índice de ocupação por veículos não chega a 1,5 pessoas por carro. Isso significa que menos de 40% da população paulistana possui ou usufrui de um automóvel. No entanto, as políticas públicas são inteiramente voltadas para esta elite motorizada e individualista.
Qualquer metrópole que se preze, que realmente quer uma solução para a mobilidade, adota medidas de priorização do tráfego de bicicletas. Ainda mais se levarmos em consideração que a bicicleta é o meio de transporte mais limpo, saudável e sustentável que existe.
A cada dia, mais e mais bike-ativistas tomam as ruas de Sampa e do mundo todo para mostrar isso aos "cegos" motoristas em seus automóveis. É um movimento expressivo, que conta com adesão de milhares de anônimos.
Você sabia que tem uma lei municipal em São Pauloque obriga a construção de ciclovia quando uma avenida ou grande via é realizada? Isso significa que praticamente todas as obras de Sampa nos últimos anos são ilegais. A tal Ponte Estaiada é o melhor exemplo de priorização dos automóveis no transporte. Não podem circular por ela, ônibus, bicicletas ou pedestres.
Acredito que este assunto dispensa maiores explicações, então vamos às dicas:
Deixe o carro em casa sempre que possível: ele polui o ar, congestiona as ruas, degrada a cidade, causa estresse e favorece o sedentarismo. No espaço de 3 carros (geralmente com uma pessoa) pode circular um ônibus com 60 passageiros ou 20 ciclistas.
Use transporte coletivo: alguns minutos a mais no seu percurso tornam a cidade melhor para todos. Participe das discussões sobre transporte público e exija das autoridades melhorias no sistema do metrô e ônibus urbano.
Em distâncias até 6km, vá a pé ou de bicicleta: além de fazer exercício e economizar, você verá a cidade com outros olhos. re: eles têm igual direito de circular nas ruas com segurança. Ao ultrapassar uma bicicleta, reduza a velocidade e mantenha distância. Nas faixas, a preferência é sempre do pedestre (a não ser que exista semáforo específico).
Respeite as calçadas, as áreas verdes e jardins e os rebaixamentos no meio-fio.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Aluguel de bicicleta pelo celular

Os sistemas de aluguel de bicicleta se popularizaram em todo o mundo. Mas, apesar dos benefícios, esses serviços ainda encontram algumas dificuldades, especialmente no que diz respeito à manutenção e conservação das bikes.
Para simplificar o processo e torná-lo mais popular entre os moradores das grandes cidades, um grupo de amigos de Nova York criou o SoBi (Social Bicycle System) – um programa de aluguel de bicicletas controlado pelo telefone celular.
Segundo seus criadores, o sistema é o primeiro do mundo com autorização, controle e sistemas de segurança ligado à própria bicicleta, e não mais às estações de aluguel. Os programas comuns geralmente obrigam os usuários a pegarem e devolverem as bikes nas estações, além de pedirem o uso de cartão de crédito, documentos, comprovantes e outras solicitações.
Simplificando
O SoBi é composto por três elementos: o ciclista social, o servidor central e a bicicleta social, todos interligados por tecnologia wireless para rastreamento, localização e desbloqueio imediato dos equipamentos.

O usuário só precisa se cadastrar no programa via web, celular ou quiosque de rua, e fazer uma busca pelo telefone de onde tem uma bicicleta mais próxima do local onde ele está.
As bikes, dotadas de um dispositivo eletrônico (uma espécie de caixa de segurança móvel), são liberadas com a solicitação do usuário e uso de um código PIN – tudo gerenciado pelo servidor central que vai aprovar e acompanhar a operação.
O ciclista tem acesso ilimitado às bicicletas, que são equipadas com GPS, a trava de segurança e comunicações sem fio. Depois do uso, basta deixar a bike em qualquer paraciclo ou bicicletário público a espera do próximo usuário.
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Ele também será responsável pela conservação das bicicletas e manutenção do sistema em funcionamento. Aqueles que utilizarem a bicicleta de forma sustentável ainda receberão bônus que poderão ser utilizados como benefícios no sistema. No seu perfil, ele ainda poderá visualizar seus trajetos, calcular as calorias queimadas, compartilhar suas viagens e ver se seus amigos estão por perto.
“Esse sistema não requer uma infraestrutura separada e pode ser implantado com um terço dos custos de um sistema tradicional”, afirma o criador do projeto, Ryan Rzepecki.
Ele lembra ainda que o conceito já foi indicado a diversos prêmios, como o Copenhagen Bike Share Design Competition, o Innovation Erie Competition e o The Earth Awards, além de estar concorrendo ao prêmio de US$ 50 mil oferecido pelo Pepsi Refresh Competition.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Carona Amiga

Já comum na Europa, a prática de pegar e dar carona parece começar a fazer adeptos no Brasil. Preocupados com a redução da poluição e com a melhora do trânsito, estudantes e empresários estão compartilhando o mesmo carro durante os horários de pico. Na zona sul da cidade de São Paulo, um grupo de mães de alunos do Colégio Augusto Laranja organizam um rodízio diário para levarem os filhos até a escola. Moradoras do mesmo condomínio elas se revezam, umas levam enquanto outras buscam. A iniciativa começou por parte da própria escola que abriu uma lista para inscrever os pais com interesse em compartilhar da carona solidária. ”A necessidade de estimular a carona surgiu por causa do rodízio municipal e também pela questão da preservação ambiental”, diz a diretora Arlete Laranja. Há três anos a iniciativa integra o dia-a-dia dessas famílias, que hoje já se organizam espontaneamente. As vantagens, segundo as mães, são que os filhos ficam mais integrados com os amigos, contribuem para a redução de gás carbônico, para a diminuição do número de carros na rua, além, de ficarem com mais tempo livre para cuidarem de suas atividades pessoais. Carona corporativa A idéia surgiu com o publicitário Lincoln Paiva. “No ano passado morei em Portugal e vi que mil pessoas participam de iniciativas assim.” Como a realidade do europeu é diferente da do brasileiro, ele decidiu primeiro divulgar a prática dentro de grupos da mesma empresa, para depois partir para uma segunda etapa aberta a um público maior. Assim, o participante sentirá mais segurança em dividir o transporte com uma pessoa não tão desconhecida. O interessado acessa o site usando o login da empresa e preenche uma ficha de perfil. Na ficha coloca dados sobre o trajeto que faz, que tipo de carro tem e também responde perguntas pessoais, como que tipo de música ouve, assim, um “amigo” parecido pode ser encontrado. Uma calculadora ambiental é disponibilizada para que o usuário saiba o quanto de CO2 está deixando de emitir ao dividir um meio de transporte. E também uma calculadora financeira faz a conta de qual valor cada passageiro deve contribuir com o dono do carro. Green Mobility |
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
São Caetano: Guarda Civil Municipal tem Pelotão Bike

A Prefeitura de São Caetano do Sul continua investindo na segurança pública, por meio da Guarda Civil Municipal (GCM). Coordenada pela Secretaria Municipal de Segurança (Seseg), a GCM colocou nas ruas nesta semana o Pelotão Bike, novo grupamento de guardas em bicicletas que atuam na prevenção a crimes nas áreas comerciais da cidade.
Essa ação reforça o conceito de Policiamento Comunitário que a Administração sancaetanense vem, cada vez mais, implantando dentro do município.
“Neste começo dos trabalhos, os GCMs do Pelotão Bike vão atuar na área central da cidade, na região da Praça Cardeal Arcoverde, Rua Baraldi e Rua Santa Catarina, além das adjacentes. A Rua Visconde de Inhaúma, no Bairro Nova Gerty, também receberá as bicicletas”, explica o secretário de Segurança, Moacyr Rodrigues. “Em breve, vamos expandir essa ação para outras áreas de forte comércio e trânsito de pessoas, como a Rua Taipas”, ressalta.
“Com as bicicletas, os guardas têm mais agilidade e não deixam de ter contato com a população”, destaca o comandante da GCM, Gilberto Motta Correa. “Isso é importante. Conhecer o cidadão pelo nome, saber de suas necessidades e anseios quanto à segurança pública”, afirma. Ainda de acordo com Correa, os oficiais ciclistas, em suas patrulhas, circulam pelas ruas no sentido correto das vias, para não atrapalhar a movimentação no passeio público. Os guardas destacados para essa nova função têm amplo conhecimento das técnicas do ciclismo, inclusive com treinamento para usar a própria bicicleta como instrumento de defesa.
Plano de Governo
O Pelotão Bike foi previsto no plano de governo do prefeito José Auricchio Júnior para a gestão 2009/2012, assim como a reestruturação da Guarda Civil Municipal; construção de novas bases de segurança, como a recém-inaugurada Base DiThiene; criação de um Pelotão a Pé, que circula pelas ruas da cidade com contato próximo ao morador; e a própria criação da Secretaria Municipal de Segurança.
Legendas: Oficiais ciclistas atuam no Centro, em área comercial
Foto: Du Merlino/PMSCS
Fonte: Assessoria de Imprensa
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Bicicleta elétrica
Uma bicicleta elétrica desenvolvida pelo neozelandês Grant Ryan promete revolucionar os meios de transporte nas grandes cidades. Pequena, leve (pesa apenas 10 kg), portátil e simples de usar, a YikeBike quer se tornar uma alternativa aos carros e bicicletas tradicionais.
Apenas 30 minutos conectada em uma tomada comum é suficiente para garantir até 10 quilômetros de mobilidade nos grandes centros urbanos. Os usuários ainda podem dobrar a bike e levá-la dentro de ônibus, trens e metros sem problemas.
Ela ainda pode ser guardada em casa, no escritório ou em qualquer espaço interno, já que quase não ocupa espaço. Isso garante aos ciclistas mais segurança para sua bicicleta, que não ficará exposta em garagens ou mesmo na rua.
Totalmente elétrica, ela não emite nenhum gás poluente na atmosfera e pode atingir 25km/h. Controles manuais de aceleração, frenagem e setas de sinalização aumentam a segurança e a comodidade dos ciclistas.
Design mais seguro
Apesar do formato estranho e da aparente vulnerabilidade dos usuários, seu criador garante que a YikeBike é mais segura que as bicicletas comuns.
Ele defende que, por estar sentado em vez de debruçado sobre o guidão, o ciclista fica mais visível aos outros motoristas e tem um campo de visão maior. A posição também seria mais confortável e menos prejudicial à coluna.
Os interessados já podem encomendar sua YikeBike no site da empresa. Os futuros compradores terão que desembolsar €100,00 para reservar a unidade e mais £ 2.995,00 pela bicicleta.
Por enquanto, a YikeBike estão sendo vendida apenas em alguns países da Europa, além da Nova Zelândia. Mas a promessa é expandir sua presença para outros países.
*Via EcoDesenvolvimentoquarta-feira, 4 de agosto de 2010
Dos males o menor

Do total de cinco estrelas (classificação máxima), três são relativas aos poluentes CO, NMHC e NOx; as duas restantes correspondem à emissão de CO2. De acordo com nota do Ministério que segue a orientação mundial, os carros que utilizam álcool já ganham automaticamente uma estrela, pois o CO2 liberado na combustão é absorvido no processo de cultivo da cana.
A lista reúne quase 400 modelos de veículos de passeio fabricados em 2009 – inclusive alguns importados. Em 2010, o ranking deve incluir motos, ônibus e caminhões.
Todos os 22 modelos que atingiram as cinco estrelas máximas possuíam motores flex. Veja a lista por fabricante:
Fiat: Idea, Palio e Stilo
Ford: Ka
GM: Prisma e Celta
PSA/Citroën: C3
VW: Fox e Spacefox
Já os piores colocados têm motores acima de 2.0 e são movidos a gasolina. Veja:
I/MMC: Outlander, Pajero e L200 Triton
PSA/Citroën: Berlingo, C4, Xsara Picasso e Picasso
PSA/Peugeot: 407
VW: Jetta e Jetta Variant
Para distâncias curtas, caminhar ou ir de bicicleta é a melhor opção; em distâncias maiores sempre dar preferência aos transportes coletivos como ônibus ou bicicleta; mesmo de carro, organizar caronas para aproveitar a ‘lotação’; mas infelizmente é ilusão imaginar um mundo sem carros e enquanto os elétricos/solares ou de alguma forma movidos a energias renováveis e mais limpas não se tornam realidade, ao menos podemos escolher entre os super poluentes e os pouco poluentes ou ‘menos poluentes’.
postado por: Cristina Baddini Lucas
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Lançado carregador de celulares que usa energia de bicicletas

Que tal carregar o seu celular enquanto pedala em sua bicicleta? Essa é a proposta deste aparelho lançado pela Nokia, que une a mobilidade e energia gerada pelas bikes aos carregadores de bateria para celulares. A empresa percebeu que um processo de geração de energia poderia melhorar a vida de quem quer dar as suas pedaladas, mas manter o contato com o resto do mundo.
O processo é simples: basta pedalar que o dínamo entra em contato com o pneu e gera energia suficiente para recarregar as baterias do telefone. O dínamo é um pequeno aparelho constituído por um eixo móvel, um imã e uma bobina. É o movimento de rotação da roda, ou da correia, que transfere energia para o eixo do dínamo, gerando eletricidade.
Quem é dos tempos em que os faróis eram acessórios indispensáveis nas bicicletas, deve lembrar que era esse processo de geração de energia que alimentava a iluminação das bikes. O aparelho lançado promete transformar o tempo do carregador ligado na tomada em pedaladas, já que o recarregador começa a funcionar a partir de 6km/h e vai até 50km/h.
“As bicicletas são o meio mais comum de transporte em muitos mercados ao redor do mundo, este é apenas mais um benefício a ser obtido a partir de uma atividade que as pessoas já estão fazendo”, disse Alex Lambeek, vice-presidente da Nokia em um comunicado no lançamento do produto. A empresa tem como público alvo os países que tem a bicicleta como um meio de transporte comum, entre as regiões estão países da África, Europa, além da China e Índia.
Também estão inclusos no kit um suporte para fixar o telefone na bicicleta e o dínamo gerador de energia. A bicicleta e as pedaladas ficam por sua conta.
Postado por: Cristina Baddini Lucas
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Sistema transforma bicicletas comuns em elétricas

O sistema faz com que a bicicleta ande sem o esforço do ciclista. Mas não se preocupe, quem tiver vontade e disposição pode pedalar como em qualquer bike. Bom para o ciclista (especialmente os mais preguiçosos) e para o meio ambiente, já que como os demais veículos elétricos, essa bike não emite nenhum gás poluente na atmosfera.
Para montar o equipamento, basta retirar a roda da bicicleta e substituí-la por outra, adaptada ao GreenWheel. É possível fazer essa adaptação na roda original, apenas os raios deverão ser menores. O sistema pode ser instalado na roda dianteira, traseira ou em ambas.
Uma bike equipada com um GreenWheel tem uma autonomia de 40 Km. Mas se o ciclista der uma ajudinha e pedalar enquanto o motor elétrico funciona, ele poderá dobrar a distância percorrida. Isso é possível graças ao sistema que permite que a bateria seja carregada com o movimento dos pedais e com a corrente elétrica disponível nas tomadas de casa.
O equipamento ainda tem uma vida útil longa, afirmam os pesquisadores. A equipe informou que cada roda elétrica pode durar mais de 64 mil quilômetros ou oito anos de uso (considerando que o ciclista pedale cerca de 20 km por dia). “Você terá que trocar a bicicleta antes de trocar as baterias”, afirmou ao site da Discovery Michael Chia-Liang Lin, um dos estudantes envolvidos na criação.
Caso deixe de ser um protótipo e passe a ser comercializada, a bicicleta elétrica pode ser mais um passo na busca pela mobilidade sustentável, especialmente nos grandes centros urbanos. É por isso que alguns países, como África do Sul, Dinamarca e França, já demonstraram interesse em fabricar o equipamento e adaptá-lo ao seu sistema de transporte.
Fonte: EcoDesenvolvimento
terça-feira, 26 de maio de 2009
Seminário Cicloviário em Sorocaba

