Mostrando postagens com marcador segurança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador segurança. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 3 de maio de 2011

Campanha de trânsito prioriza pedestre em São Paulo


A partir do próximo dia 11 a Prefeitura de São Paulo iniciará uma campanha com o objetivo de reforçar, aos motoristas, que o pedestre tem sempre a preferência no trânsito. A ação, que será conduzida pela Secretaria Municipal de Transportes, pretende reduzir em 50% a quantidade de atropelamentos e mortes de pedestres. Só para se ter uma ideia, no último ano 630 pedestres perderam a vida no trânsito paulistano. De todas as 1.357 mortes registradas, 46,4% tiveram como causa atropelamentos. E 90% dos casos de atropelamento tem como causa o fator humano. Ou seja, motoristas que cometem infrações acreditando que não serão punidos e pedestres que atravessam fora da faixa de segurança.

Com base nestes dados, a Prefeitura chegou à conclusão de que é preciso criar uma cultura de respeito ao pedestre. Para alcançar este objetivo, motoristas serão alvo de uma campanha educativa, sendo que posteriormente a fiscalização punitiva também será intensificada – a Prefeitura ainda não informou por quanto tempo a campanha preventiva será realizada.

Uma das estratégias a serem colocadas em prática pela Secretaria Municipal de Transportes é a criação de oito zonas de proteção aos pedestres – estas áreas representam 1% do território da cidade e respondem por 11,5% das regiões de atropelamentos. A primeira ação será concentrada nas regiões Central e da Avenida Paulista. Nesses pontos, serão colocados agentes da CET-SP (Companhia de Engenharia de Tráfego), orientadores que ajudarão os pedestres a fazer uma travessia segura e apresentações de artes cênicas, também como forma de educar motoristas e pedestres.

Alguns dos locais que contarão com estes esforços são o cruzamento das Avenidas Ipiranga e São Luiz, Viaduto Jacareí (continuação da Avenida São Luiz), entre outras regiões. Desde o segundo semestre do ano passado, foram iniciadas ações de engenharia de tráfego para contribuir com o programa, como a criação de 4.245 faixas de pedestres, 450 pontos de travessias iluminados e padronização de limite de velocidade em corredores de tráfego. Confira abaixo algumas das infrações de trânsito constantes na tabela do Denatran-SP (Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo) e relacionadas ao tema.

- Parar o veículo sobre a faixa de pedestres na mudança de sinal luminoso.

Multa de 4 Pontos (média), com valor de R$ 85,13

- Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado que se encontre na faixa a ele destinada.

Multa de 7 Pontos (gravíssima), com valor de R$ 191,54

- Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado que não tenha concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veículo.

Multa de 7 Pontos (gravíssima), com valor de R$ 191,54

- Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado portadores de deficiência física, crianças, idosos e gestantes.

Multa de 7 Pontos (gravíssima), com valor R$ 191,54

- Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado quando houver iniciado a travessia mesmo que não haja sinalização a ele destinada.

Multa de 5 Pontos (grave), com valor R$ 127,69

- É proibido ao pedestre andar fora da faixa própria, passarela, passagem aérea ou subterrânea.

Multa de 50% do valor da infração de natureza leve 3 Pontos (R$ 53,20). Neste caso, o valor é de R$ 26,60


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Se voce estiver dirigindo e enfrentar alagamentos, siga a risca as instruções que o CESVI – Centro de Experimentação e Segurança Viária apresentam

1. Caso o motor morra durante a travessia, jamais tente dar a partida. Mantenha-o desligado e remova o veículo até uma oficina. Diante da possibilidade de admissão de água, essa prática reduz o risco de danos causados ao motor por um calço hidráulico.
2. Observe a altura do nível de água do trecho alagado. A maioria das montadoras estabelece uma altura máxima para essas travessias, não podendo exceder o centro da roda.
3. É prudente que o veículo, durante o alagamento seja dirigido em baixa velocidade, mantendo uma rotação maior e constante do motor, em torno de 2.500 RPM. Esse procedimento diminui a variação do nível da água e seu respingar junto ao motor; dificulta sua admissão indevida e a contaminação de componentes eletroeletrônicos, melhorando a aderência e a dirigibilidade do veículo.
4. No caso de veículos equipados com transmissão automática, a troca de marchas deve ser feita manualmente, selecionando a posição “1”. Dessa forma, o veículo não desenvolve tanta velocidade, sendo possível imprimir uma rotação maior ao motor. Outra possibilidade é manualmente alternar a troca de marchas entre “N” e “1”, de modo a manter a velocidade do veículo baixa durante o trecho alagado, sem descuidar da rotação do motor, sempre em torno de 2.500 RPM.
5. Alguns veículos automáticos oferecem como opcional o ajuste da tração, conhecido como “WINTER” ou “SNOW”. Embora sua função seja a de conferir maior segurança durante trechos de baixa aderência, como neve ou lama, evitando que o veículo patine graças ao bloqueio do diferencial, também deve ser utilizado durante alagamentos, pois beneficia o controle da velocidade do veículo e da rotação do motor.
6. Mantenha a calma nos casos em que, durante a travessia, sejam constatados sintomas como o aumento de esforço ao esterçar (direção hidráulica), variação na luminosidade das luzes do painel de instrumentos, alertas sonoros, flutuação dos ponteiros, luzes de anomalia da injeção eletrônica, bateria e ABS (se disponível) acesas, aumento do esforço ao acionar os freios e interrupção do funcionamento da tração 4 X 4 (veículos diesel), pois provavelmente todo esse quadro é causado pela perda de aderência entre a correia auxiliar e as respectivas polias da bomba da direção hidráulica, alternador e bomba de vácuo (veículo diesel), sendo, na maioria das vezes, um fato passageiro que não impede a dirigibilidade. Apenas reforce a cautela e mantenha o menor número possível de equipamentos ligados.
7. É recomendado desligar o ar condicionado, reduzindo assim o risco de calço hidráulico. Essa prática impede que alguns componentes joguem água na tomada de ar do motor. Veículos rebaixados e turbinados, na maioria das vezes, apresentam maiores riscos de sofrer calço hidráulico; por isso, é aconselhável manter a originalidade da montadora. Se o veículo estiver nessas condições, redobre a atenção aos procedimentos sugeridos.
8. Para os casos mais sérios de alagamentos, é recomendado preventivamente fazer um check-up, corrigindo, por exemplo, possíveis alterações do sistema de injeção eletrônica, muitas vezes simples e imperceptíveis nessa fase, como maus contatos, mas que posteriormente podem gerar grandes transtornos.
9. Pode haver, entre outros, a contaminação do cânister, do óleo da transmissão, do(s) eixo(s) diferencial(is), no caso de veículos com tração traseira ou mesmo quatro por quatro, o que determina a redução da vida útil dos componentes integrantes desses conjuntos, além de riscos acentuados de falhas na embreagem, suspensão e freios. Para combater os efeitos dessa possibilidade, é recomendável encaminhar-se rapidamente até uma oficina e solicitar a avaliação desses itens.
10. Havendo travessias consecutivas de alagamentos, recomenda-se uma limpeza do sistema de ventilação, pois estará sujeito à contaminação por fungos, microorganismos e bactérias, demandando limpeza de todo o sistema para a utilização segura.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

O que fazer para melhorar a mobilidade


Do total de viagens na RMSP, 13,8 milhões, ou 55% do total, foram feitas por transporte coletivo, o que representa uma evolução no uso do transporte coletivo em relação ao individual como não se registrava desde o início da pesquisa, em 1967.

A mobilidade urbana é um dos nós mais difíceis de desatar nas metrópoles, em que o apelo pelo transporte individual, somado ao bom momento da economia nacional brasileira, coloca em nossas ruas e avenidas milhares de carros novos a cada mês.
Cidades como as da Grande São Paulo começam a literalmente parar, causando prejuízos e transtornos incalculáveis para a população. Só nos últimos dois anos, as vendas de carros cresceram mais de 40% no Brasil.

É dever do Estado e direito do cidadão garantir uma mobilidade urbana sustentável para todos. Quem pensa que vai resolver o trânsito com medidas paliativas, não está falando a verdade. O automóvel cria a lógica de sociedade pouco solidária. Não há espaço para todos usarem automóvel nos seus deslocamentos diários.
A principal medida é considerar o transporte público como uma necessidade básica, ao mesmo nível da educação, saúde, habitação, saneamento e segurança.

A venda de soluções milagrosas para os congestionamentos e o transporte público precário sempre foi um trunfo na propaganda política. A imagem do prefeito realizador de grandes obras viárias, a promessa do asfaltamento como forma de clientelismo urbano e projetos visionários já fazem parte do folclore paulistano.

A diretriz para a melhoria da mobilidade na cidade deve ser a prioridade ao transporte público coletivo, que deverá ser superior em aspectos como tempo e custo de deslocamento, bem como conforto, em relação ao veículo individual.

Propostas interessantes ao alcance de um prefeito é a extensão dos corredores exclusivos; o aperfeiçoamento da integração tarifária com a bilhetagem eletrônica integrando as linhas urbanas e metropolitanas; garantindo respeito aos idosos e pessoas com deficiência e reduzindo custos para os passageiros; verificando a necessidade de melhorar o transporte público noturno; realizando campanhas e ações educativas sobre as leis de trânsito; acessibilidade universal e o uso de combustíveis não poluentes.

Enfim, a cidade ideal será aquela que prioriza o transporte público em relação ao individual, cuja circulação deve sofrer restrições. E mais, o setor produtivo e os proprietários de imóveis e veículos individuais devem participar do financiamento do serviço de transporte coletivo.






























quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Documento com propostas de mobilidade sustentável da ANTP a partidos e candidatos para a eleição 2010



O Conselho da ANTP discutiu a conjuntura atual do transporte e do trânsito nas cidades brasileiras e formulou um conjunto de propostas foram levadas a todos os candidatos a cargos majoritários (presidente, governadores e senadores) e proporcionais (deputados estaduais e federais) para a implementação de políticas de mobilidade urbana sustentáveis.

Antes de definir o documento, a ANTP dialogou com seus principais interlocutores. Por exemplo, como de costume, a Entidade esteve presente na mais recente Reunião do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos Transporte Público, em 17 de agosto – uma reunião de caráter extraordiário, realizada em Brasília, no ambiente em que se desenrolou o Seminário Nacional NTU 2010 - Transporte de Qualidade para uma Vida Melhor, promovido pela Associação Nacional das Emprsas de Transporte Urbano (NTU), com a presença de secretários representantes de 55 municípios das diversas regiões do País. Nessa reunião, o presidente o Fórum Nacional, a NTU e a ANTP fizeram uma análise da situação da mobildiade urbana no País.

No item do documento segurança no trânsito e eficiência na circulação, formam formuladas as seguintes propostas:

a) Meta de cumprimento da meta da Organização Mundial de Saúde (OMS) de redução em 50% do número de mortos em acidentes de trânsito, nos próximos 4 anos;

b) Melhoria do processo de habilitação de condutores;

c) Implementação de políticas rigorosas de fiscalização de motoristas infratores, com utilização de mais recursos humanos e tecnológicos e combate à impunidade;

d) Engajamento dos órgãos dos três níveis de governo na melhoria da gestão do trânsito combinando medidas de engenharia, operação, fiscalização e educação;

e) Descontingenciamento dos recursos do FUNSET;

f) Aprovação do projeto de lei que transforma o do Denatran em uma autarquia federal.


Veja o documento na íntegra:

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Novo radar começa a operar nas estradas de São Paulo

Um sistema inovador de detecção de veículos em situação irregular começou a operar nesta quarta-feira (15), nas rodovias que cortam o estado de São Paulo. Implementado em 24 estradas, os 42 radares fixos conseguem identificar por meio de câmeras as letras e números das placas e, em até 4 segundos, levantar se o carro foi furtado, roubado ou tem problemas na Justiça.

Por questão de segurança, a Secretaria de Estado dos Transportes não informou os pontos onde os radares estão instalados. Sabe-se apenas que eles ficam em pontos estratégicos, a poucos quilômetros das bases da Polícia Militar Rodoviária.

O sistema funciona da seguinte maneira: quando o veículo passa pelo equipamento, sua placa é registrada e encaminhada, via rádio, para a base da polícia. Lá, os dados são dirigidos para um banco de dados do governo que levanta se o carro está em situação regular. Caso seja detectado algum problema, um aviso sonoro e outro visual alerta o agente, que pode fazer a abordagem do veículo na estrada. O tempo médio entre o alerta e a chegada do veículo suspeito ao posto de polícia é de 54 segundos.

Além dos radares fixos, outros 61 móveis, instalados em carros da corporação, passarão a funcionar em novembro. O custo total do sistema, incluindo instalação, equipamento e manutenção, ficou em cerca de R$ 11 milhões. O contrato vale durante 17 meses para os radares fixos e 15 para os móveis.

Todas as placas fotografadas pelos radares ficarão registradas em arquivos do governo. “Isso criará um banco de dados que irá proporcionar um melhor trabalho de inteligência da polícia”, afirmou o coronel da PM Jean Charles Oliveira, comandante do policiamento rodoviário de São Paulo. “Teremos mais dados sobre o movimento nas rodovias”, concluiu o coronel.

Na tarde desta quarta, policiais rodoviários de um posto na Rodovia Castello Branco, em Araçariguama, a 53 km de São Paulo, simularam uma abordagem. Dois veículos que constam no sistema do governo como roubados passaram pelo km 44 da estrada, no sentido interior. Ao detectar as placas, os computadores da base emitiram um sinal sonoro e suas telas ficaram em vermelho. Ao lado das fotos, dados do veículo, como os modelos, as cores e as cidades de origem, dividiam o espaço com a seguinte descrição: roubo.

Policiais prontamente correram para a pista, pediram para que os outros veículos diminuíssem a velocidade e, segundos depois, localizaram os carros suspeitos. Os motoristas foram levados até o acostamento e revistados. Se fosse uma abordagem real, eles seriam presos e encaminhados a um Distrito Policial.

“No ano passado, 180 mil veículos foram roubados ou furtados em todo o estado de São Paulo”, afirmou o secretário-adjunto dos Transportes, Silvio Aleixo, reiterando a importância desse tipo de sistema.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Nesta quinta (26), às 16h, ANTP TV debaterá os impactos dos acidentes de trânsito sob o ponto de vista médico


Com a participação de especalistas da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) e da Comissão de Trânsito da ANTP, a ANTP TV, em seu programa de entrevistas Em Movimento, discutirá nesta quinta-feira, 26 de agosto de 2010, no horário das 16h às 18h, os impactos dos acidentes de trânsito sob o ponto de vista médico. O comando do programa é do jornalista José Márcio Mendonça.

Convidados

Dois dos convidados desta edição do programa - Ailton Brasiliense Pires, presidente da ANTP, e Mauro Augusto Ribeiro, presidente da Abramet -participarão dos estudos da ANTP TV em São Paulo; outro convidado, José Heverardo da Costa Montal, 1º vice-presidente da Abramet, participará dos estúdios de Brasília.

Tema

Com o tema Prevenção de acidentes da mobildiade urbana, o programa discutirá medidas relacionadas com a segurança de tráfego, campanhas educativas e ações de prevenção, aperfeiçoamento do exercício profissional da medicina e da segurança de tráfego no País.

Chega de Acidentes!

Junto com o Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil), com a Associação Nacional dos Departamentos de Trânsito (AND) e com a própria ANTP, a Abramet é uma das organizações realizadoras do movimento Chega de Acidentes!, que conta também com o apoio de mais de 50 outras entidades e empresas.

Ao vivo, com perguntas.

A transmissão desta ediação de Em Movimento será ao vivo, com perguntas do público, por meio de uma caixa de correspondência colocada ao lado da tela de transmissão.

As perguntas também podem ser enviadas antecipadamente por e-mail, para o endereço antptv@antp.org.br.